Bedum

Qual a diferença entre banho e duche?
Ah, esperem já sei: iam dizer que o banho é mais demorado e o duche é um banho rápido para poupar água, adivinhei?
Claro que sim. Mas duche – e já ninguém diz duche: longe vão os tempos em que choviam brochuras com conselhos para poupar água – “duche”, soa a passar o corpo por água e isso parece-me ser algo higiénico, mas pouquinho.
Visto que estou a transpirar que nem um suíno, vou passar o corpo por água, ou como o outro diz, tomar um duche. Isto para manter aquele nível de virilidade e javardice que me são característicos.
Note to self: Não enxugar a parte de trás das orelhas para continuar a criação de sarro.

A anatomia de um bolo

Olhem para eles tão bonitos que estão…
Acham isso bem? Empanturrarem-se com bolos?
Ah, claro! Estavam cheios de esperança que o outro gajo, aquele que íamos convidar para aqui escrever umas parvoíces, não viesse.. Pois.. Enga.. Se calhar não se enganam.. Pois, realmente não sei o que se passa, o gajo nunca mais me disse nada. Ele já está inscrito no blog como colaborador ou o catano.. Não deve é querer saber nada disto, e só por causa disso devia de levar com um barrote pelo focinho. Isto só assim de levezinho, não vá alguém aleijar-se.

Boa noite e cuidado com as pessoas que andam com caixas de fósforos – ou são incendiários ou hipsters. Mais cuidado ainda com as pessoas que andam com carvão nos bolsos, porque vos sujam as mãos quando vos cumprimentam. Por hoje é quase tudo, faltavam ainda uns pontos que por preguiça ou esquecimento me esqueci de referir.
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Afinal ainda me lembrei. Boa noite.

Ó psht, psht, atenção fachavor!

‘Tão mas vocês pensavam que nós tínhamos falecido, seu bando de criaturas macias? Se andavam matutar nesta simples questão, cessem de imediato pois eu tenho a resposta: Não sei.

Falando de coisas relativamente desinteressantes. Josefa a Curandeira, afamado administrador desta web-escória, deixou-nos anteontem e como cortejo fúnebre decidimos arranjar um novo membro que irá substituir a defunta Josefa, esse grande pulha que nos abandonou e afundou até à ralé da blogosfera; Braço, o nome do nosso novo membro/convidado especial irá certamente fazer esquecer o mau trabalho que o outro que morreu efectuou.
Convivemos hoje com blogs de adolescentes com problemas fúteis e com outros blogs que distribuem passwords para sites pornográficos que nunca funcionam – sim, porque eu já experimentei (aliás até fiquei com vírus no computador, portanto, cuidado malta) – E como tal, isto não pode continuar assim. É hora de revolução! Morte a ele! Mas ele já está morto! Morte a ele vezes 2! Não achas que isso é um pouco infantil? Infantil és tu! Por amor de Deus… Mas por amor de Deus o quê? Pára, por favor. Não paro! Mau, mas tu queres apanhar? … Bem, vamos lá a ver vamos.

Adeus criaturas macias. É verdade, já experimentaram o Amaciador Roupa Concentrado Azul + Delicado, deixa-vos ainda mais macios e suaves, therefore fofos.

Só mais um minuto de atenção, por favor. O nome do nosso convidado especial (que deverá dar aqui um arzinho da sua graça semanalmente) não é Braço, eu é que achei que encaixava bem. Obrigado e boa noite, principalmente para ti Braço, meu contribuidor/convidado especial ideal imaginário.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! UMA COUVE!!!

Pessoal, este blog não morreu. Apenas está a fazer uns ovos mexidos.

Tradução/Translation:

Title: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! A CABBAGE!!!

Content: Guys, this blog is not dead. It is just making some scrambled eggs.

Dualidade Pêssego-Abacate

Espero que tenham tido um Natal.
Propunha agora, se me permitem, substituir todo e qualquer adjectivo pelos nomes comuns (no singular ou plural, o que melhor se adequar), “pêssego” ou “abacate”, seguido da preposição “de” (esta última pode não ser necessária). Se vamos ser “obrigados” a escrever facto sem o c, não vejo grande problema em substituir os adjectivos por frutas.

Votos de abacates de entradas.

Blimunda, vai tirar o peixe do forno! Desculpe, é engano.

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O senhor sofre de epilépsia? Não. Desculpe, foi engano.

Não, neste blog não vão encontrar analogias engraçadas.

Compreendo perfeitamente que não tenham paciência para ler os nossos textos ou nem sequer nos achem piada, mas a qualidade do “humor” praticado neste blog é incomparavelmente maior à dos Batanetes na TVI…

Agora despeço-me de vocês, seus esquisitóides, que está na hora de dar o Prédio do Vasco.

Mambos poéticos

Anestesia local?
Aqui não pode,
isto é um estacionamento privado.

Palhas de pacotes de leite sapientes
da sua indeclinável desgraça,
O caixote está perto,
tão perto…

Ele Abre,

Ele Fecha,

Ele Abre,

Ele Fecha,

Ele Abre,

Ele Fecha,

Podes parar de brincar com o caixote do lixo, Carlos Victor?

Não te transformes num carro,
se fazes alergias ao gasóleo.

Ainda aguardo pela tua chegada (Péricles…)
Ó GLORIOSO! (…)
Ó GLORIOSO QUE REPOUSAS NO CÉU! (Gustavo… Péricles!, enganei-me.)
AJUDAI-ME! (…)
O TEU SANGUE! (Péricles!)
A TUA FORÇA! (…)
DAI-ME FLAMAS (Péricles!)
OH, DAI-ME FOGO (…)
para assar o entrecosto na barbacoa. (Péricles!!!)

(hã?)
(Acorda que esta não é a nossa cama!)

Amiguinhos! Amiguinhos! Agora já pudemos subscrever este fantástico Blog! Do LIDL!

É verdade.

Deixo-vos com mais poesia Olegariana. Signing off, Doutor Malvado.

Espera Agrinaldo Tavares!
Padeces de ilhargas monótonas!

E quanto à insatisfação
decorrente da coloração da quermesse,
sublinho que estimo a ejaculação ocular,
quando vigiada pelo seu médico de família.

Não!

Nunca stresso quando ingiro leguminosas,
limito-me a teletransportar mulher e três filhos
às terças, sextas e feriados,
para para limpeza do espaço cultural da Valónia.

Mas quem desejaria tal Inferno?

Não despiciendo,, a dupla virgula estimula o debate saudável
entre portadores do vírus da perna partida.

Sou muito guapo.

Vulvas.

Vulvas.

Vulvas.

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Hancóque, o rapaz com herpes

As seguintes palavras chegaram-me como forma de SMS e foram tão docemente dactilografadas por, nem mais, Olegário, esse grande mártir da homossexualidade do séc. XIX e também funcionário da EMEL.

Revoltas pacíficas de drageias solúveis em pêssego,
enamoradas de furões bipolares predilectos da administração local.

Bas-fond geogáfico,
gula apetitosa,
xerazade gingão
e diplomado em análises clínicas.

Duração aproximada:
Muito dura.

Qdjwtp?
Nah, prefiro sopa.

E a sexualidade de um preservativo rosa?
Ein?

Nunca me imaginei Tutankhamon,
quanto mais operário fabril.

MORTE AOS MAUS TODOS!
Brinquetes.
Do Lidl.

De onde surgiu tanta estupidez do nada?

Amigos, sócios do Benfica, Associação Desportiva de Pataias, senhores Doutores, caros docentes, inférteis papoulas holandesas, secretos de porco, Colacaus azedos, marmeladas com bolor, bolachas da triunfo, queijos Paturage, Anarquistas castrados, bloggers em geral, francesinhas pequenas, pastas de atum que se abrem sozinhas para pagares mais nos restaurantes, judeus e elfos, escalpes de índios anti-semitas, pessoas com menos de 5 pernas, tripas à moda do Porto, bebidas brancas que incitam à responsabilidade, Seguros automóvel, telemóveis Nokia desbloqueados, instituições de caridade sem uma mascote pedófila, Segways lilases, entremeadas com conhecimentos em física quântica, cabeleireiros heterossexuais (mas mesmo heterossexuais), trevos carecas, pêssegos com quatro folhas, gajas com um peito apelativo ao piropo, Nestum’s de aveia cuja embalagem não tenha sido aberta, baterias viciadas em lítio, baralhos de cartas com dois 7 de espadas, pessoas que têm mais que 6 amigos no Facebook, paquistaneses que tenham um fraquinho por israelitas, vice-versas, fanáticos por Star Wars que dormem com os pais, símios nasais que se licenciaram no IKEA e acabaram a trabalhar no ISEL, sacos de plástico de 3 cêntimos, pessoas que pintam o cabelo para parecerem mais velhas de modo a parecerem mais velhas, tomadas de posse falhadas por falta de luz, metaleiros que têm t-shirts alusivas a bandas que gostam bué, lulas gratinadas, kebabs de entranhas de animais de envergadura acima da média, pessoas que urgem untar-se com óleos de girassol, tampas de esgoto que só se abrem para saírem tartarugas mascaradas, claras de ovo ilibadas do caso Queiroz, gemas de ovo invejosas, director geral da revista Caras, receitas publicitárias dos gulags bolcheviques, mortos nas estradas das Ilhas Cook, vísceras de uma qualquer macrocéfalo de esquerda, toxicodependentes que consideram que as suas mãos aumentaram, cavalos de corrida que rezam todos os dias de joelho para que não partam uma perna à lá professor Statt Miller (nome mais fixe que Saturno já teve a oportunidade de ouvir no novo iPod Nano), ouvintes que aguentaram até a esta parte, aniversariantes das bodas de prata que ainda não praticaram adultério, jovens que escrevem textos desta estirpe às 5:30 da manhã e não padecem de síndrome de Down, prognatas que ouvem Within Temptation vinte e quatro por sete, linces ibéricos que deixam queimar sempre a comida quando fazem barbecues, estômagos vazios, aspirinas que se recusam a ser tomadas e protestam contra as crescentes taxas de juro, dançarinos turcos que desafiam a Lei de Hubble-Homason , crocodilos que adoram malas feitas de eles próprios, restantes crocodilos que preferem comida bem passada, uzbeques que renunciam os nove meses de um parto, utilizadores do navegador de internet intitulado Internet Explorer, Oprah Winfrey, eu sinceramente não sei.

O título deste post está de férias, assim como toda a sua piáda. Olha alí uma girafa! Onde? Ahahahaha acreditastes!!!

Oh, dá-me de frutas meu moto-rato de Marte!
Quero abacates e frutas tais, quero pêssegos do Paraguai, quero um sargo das quentes águas de Mangualde!

Vooooooshhhh! Vooooooosh!!! Varre o pó cadela! Varre esse pó todo! Varre, porque quem varre é como quem dá na embraiagem de mansinho.

Vejo ursos nas colinas, mas o que fazem tais magnificas bestas? Dança sincronizada?!

*Listens Shakira’s This Time For Africa*
*Approaches the individuals*
*Is barbarously eaten*

MORTE AOS JUDEUS!!1!!!!!

A vida é como uma terrina com sopa. Passas metade do tempo a rir-te da palavra ‘terrina’ e a outra metade a comer a sopa, que já está fria.

Robertos e Gastões, guaxinins doutorados em Germânicas preparam uma invasão por mar, por terra e em Segways lilases! Urge besuntar a peitaça com óleo de girassol!

PILAS! AOS MONTES!

Tena Pants, Tena Pants, no cú do velhote!

O cocó sabe mal, mesmo com molho de pimentão.

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MAN UM DINOSSAURO QUE COME FRASES
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Tiquetáque-tiquetáque-tiquetáque-tiquetáque e outras incríveis árvores caducas

Se este conteúdo é obrigatório eu vou ali e já venho.

(-Tranca a porta quando saíres.
-Está bem.)

Dissecando a piada – Bisturi. Estilete. Tesoura. Lapis nº3. Bisturi. Moto-Serra. Rato. Garrafa. Bolachas. Papel. Comando. Caneta. Telemóvel. Guitarra. Meias. Porra tenho de arrumar o quarto.

Boa noite ala C do bloco 2. – O senhor tirou o tiquê? Sim? Próstata é? Certíssimo; aguarde por favor.

Sou todo bom; Não querendo ser convencido; atentem como já empreguei 3 pontos e vírgula em menos de 20 palavras, se isto não é pura eloquência, então não sei. Temo que chegou a hora do blogue acabar.

Hehehe, ficaram logo todos com as antenitas no ar, não foi meus malandros? Estavam desertos! Mas isso é que era bom! Muahahahaha! (Isto foi um riso maléfico – para aquelas pessoas que lêem mesmo os muás, hás, hás, hás e só no final de lerem perceberam que se tratava de um riso pleno de malvadez)

Hoje armo-me em sôr doutor e partilho convosco pequenas “dissecações” a piadas, mas como já é tardote, faço só uma que isto de dissecar já teve melhores dias… é que um morto não é uma pessoa normal, um morto não tem higiene nenhuma, nem um banhinho diário, nem um cheira-bem, nem sequer se digna a mudar de roupa, é um cheiro nauseabundo e depois, claro, o pior de tudo, está-me ali na cave a ocupar espaço! Eu que queria fazer uma garrafeira toda xpto, já não posso, para além disso aquilo atrai a bicharada toda e à noite não posso dormir que é só crááá, crááá, crááá dos sacanas dos corvos e das motas que andam aqui a uma velocidade maluca e qualquer dia acabam ali como o Esteves, é ou não é Esteves? – … – Pois, é que nem dá para fazer companhia este rapaz. Querem um conselho? Não partilhem uma casa com este tipo de gente, é hediondo.

«Falar de humor não tem piada nenhuma» – A Ex-Josefa a Curandeira, agora Lucas, a Boga disse que o Ricardo Araújo Pereira disse isto. Não acreditem, já ninguém cai no diz-que-disse. No entanto, esta frase, seja quem for o seu autor original ou seja ela uma frase ou não, faz todo o sentido.

DISCLAIMER: (Vamos entrar numa zona de conversa séria. Leitores saiam ordenadamente de modo a que os senhores de jaquetas com remendos nos cotovelos que urgem para entrar possam fazê-lo de modo ordeiro.) – Claimer!

HEIN? DISCLAIMER? DIZ, CLAIMER! AHHH!: Vou agora dar um exemplo de uma piada – sugiro que leiam qualquer coisa daquela teoria daquele senhor que andava a estudar tartarugas nas Galápagos, não vá eu estar a chamar mentecapto a alguém e esse alguém ficar ofendido.

Eia aquilo era mesmo nojento, parecia que deitava manteiga pasteurizada, ou catano!

É-nos imediatamente projectada para a mente esta imagem um pouco infeliz e nojenta, imaginamos (por exemplo) uma cavidade que expeça uma espéce de pus… Ah, já tinham essa imagem na cabeça era? Melhor. Continuando, qual é a parte que “não está certa”? Será o pasteurizada, pois muita gente não sabe sequer o que é a pasteurização, na verdade eu também não, mas se me falam em pasteurização eu penso em lacticinios, logo (e é aqui que eu quero chegar) eu não imaginaria uma coisa assim tão nojenta.

Ou seja, se a frase se resumisse a Eia aquilo era mesmo nojento, parecia que deitava manteiga, ou catano! , não deixava de ser nojento, mas todos conseguimos imaginar manteiga meio liquefeita, nem que seja duma boa torradinha quentinha, logo não é tão badalhoco como acrescentar pasteurizada. Para melhores efeitos, acrescentar a palavra “toda” antes do adjectivo “pasteurizada”. – (Eia aquilo era mesmo nojento, parecia que deitava manteiga toda pasteurizada, ou catano!) – Se isto não fazia sentido antes, agora, ainda menos faz. Mas e obviamente isto só funcionaria se o ouvinte da piada não soubesse o que significava pasteurizada.

Resumindo, uma palavra estranha (pasteurizada) que nada adianta para a piada/história engraçada contada, pode ser uma maneira de dar ênfase, neste caso, à badolhoqueira e esterquice.

- Huh… Pasteurizada?
– Sim, mesmo toda pasteurizada! Havias de ter visto!
– Eish, ca nojooo…
– Podes crer… E depois aquilo começou a expelir umas cenas que pareciam gelatina cheia de corantes…
– Eia meu tá calado… Cheia de corantes? Yuck! Que nojoooo!

Como podem ver, se andarmos para aqui a esmiuçar estas graçolas da treta deixamos de achar piada, ou não, mas isso é Anti-Humor, o que também é muito bom. Racionalizar o humor é fixe. Espero que a partir de agora deixem mesmo de achar graça a este blogue. …



A sério, não vale a pena! Vou acabar isto por aq