Camaradas!
Osório, nome…
Osório, poder…
Osório, estupidez tremenda, estupidez essa somente comparável ao rouco rugir do gigante vulcão Krakatoa: pedra inquebrável, lava ardente que corrói a rija terra negra e fende rios laranja quente fustigando sem cessar qualquer adversário que se imponha à sua retaguarda ou à frente, morte! devastação completa das proximidades, nuvem cinzenta, lápili! e 2 pastilhas gorila de banana…
Eu Osório, venho pedir as mais sinceras desculpas pelo atrasado do Vespaz, que insiste em não escrevinhar neste blog de bom nome… fdp…
À largos anos, nem tantos, desde a abrupta ascenção do hip-hop na nossa nação, mais e mais adeptos têm aderido a esse (não tão novo) estilo músical. Agora pergunta quem ler isto: Porque é que este parvalhão começou o post falando de um heterónimo e agora está a falar do hip-hop? Ao que eu refuto com inocência: não sei. Continuando. O hip-hop surgiu nos EUA (onde haveria de ser?) pela decada de 60 e foi levado para todas as partes do mundo, incluíndo para Portugal. No nosso pequeno país, este foi introduzido à cerca de 25 anos (só tendo adquirido mais importância nestes últimos anos), no entanto, actualmente existem mc’s, como se auto-titulam, DJ’s, B-Boys e writers aos pontapés.
Neste caso falarei apenas dos famosos mc’s da actualidade que na minha opinião estes precisam é duns “puxões de orelhas”. Começo a minha oratória com dois problemas, não! Dois bichos de 7 cabeças que atormentam incansavelmente esta geração de mc’s demasiadamente patriotas: O uso do inglês por cantores/as portugueses e a representação do hip-hop comercial proveniente dos EUA pelos seus “colegas de equipa”.
Ok, vamos esclarecer conceitos: Existem dois tipos primários de hip-hop: o comercial e o de rua. O comercial é aquele que tem em vista o marketing, vá, angariar fundos. Enquanto o de rua, o “puro” é o das origens, sem aparentes fins lucrativos…
Não só neste estílo se fazem estes tipos de diferenças: no rock, metal, ect… também se faz (Apesar de nestes casos não se contrastar tanto o “ódio” entre a consumista e o “puro”), temos o mais claro exemplo da MTV, que suga o potencial lucrativo de qualquer música até ao tutano. A sociedade consumista agradece…
Voltando ao que originalmente me trouxe a escrever este post. Falar-vos-ei do rapper/ mc mais conhecido da actualidade (português): Sam the kid. Este declara claramente no seu videoclip da “já cansa” Poetas de Karaóke, que portugueses (cantores) que cantam em inglês deviam morrer de febre tifóide e de seguida padecerem de uma paragem cardíaca e que consumir música dita de “consumista” é um grande erro também punível com febre tifóide, gonorreia e tosse.
Ponto de situação: Esse videoclip passa na MTV com vista a fazer o belo do dinheiro para rapper STK, que pelas suas palavras não gosta muito dela (MTV), contúdo foi uma bela jogada de “vira-casacas”, e que só por si influência o público alvo (jovens) a idolatrarem o Sam e a seguirem à regra a sua rétorica rimante. Na música atrás referida, Sam critica os Moonspell por cantarem em inglês, pessoalmente acho mal até porque, mesmo cantando inglês os Moonspell espalham o nome de Portugal pelo estrangeiro assim como no caso dos Sepultura (do Brasil) e o dinheiro ganho por eles no estrangeiro vai (indirectamente) para Portugal (não estou a falar dos Sepultura claro). Outra coisa, bandas portuguesas por mais que queiram cantar em português, muitas editoras não permitem e esta é a triste verdade, sem editora não há dinheiro e quem paga os instrumentos músicais e outras coisas? Quem dá publicidade ao produto?
Enfim…
O melhor para todos é cada macaco no seu galho, cada um fazer a sua, da maneira e estílo que queriam para entreter o pessoal. Com isto, aproveito para dizer que o hip-hop inicialmente foi “feito” para trocar as batalhas entre gangs por batalhas de breakdance e danças do género, aqui está uma boa aplicação dum género músical.
Isto requer é paz!
(Tinha mais tantas coisas para escrever mas o post já está demasiadamente grande…
)
Farewell comerades! Osório, tha yo!