Mambos poéticos

Anestesia local?
Aqui não pode,
isto é um estacionamento privado.

Palhas de pacotes de leite sapientes
da sua indeclinável desgraça,
O caixote está perto,
tão perto…

Ele Abre,

Ele Fecha,

Ele Abre,

Ele Fecha,

Ele Abre,

Ele Fecha,

Podes parar de brincar com o caixote do lixo, Carlos Victor?

Não te transformes num carro,
se fazes alergias ao gasóleo.

Ainda aguardo pela tua chegada (Péricles…)
Ó GLORIOSO! (…)
Ó GLORIOSO QUE REPOUSAS NO CÉU! (Gustavo… Péricles!, enganei-me.)
AJUDAI-ME! (…)
O TEU SANGUE! (Péricles!)
A TUA FORÇA! (…)
DAI-ME FLAMAS (Péricles!)
OH, DAI-ME FOGO (…)
para assar o entrecosto na barbacoa. (Péricles!!!)

(hã?)
(Acorda que esta não é a nossa cama!)

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One response to “Mambos poéticos

  1. “(…)
    O caixote está perto,
    tão perto…

    Ele Abre,

    Ele Fecha,

    Ele Abre,

    Ele Fecha,

    Ele Abre,

    Ele Fecha,

    Podes parar de brincar com o caixote do lixo, Carlos Victor?
    (…)”

    Derramei uma lágrima! :’)

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