Category Archives: Mal-dizer e achincalhar!

Blimunda, vai tirar o peixe do forno! Desculpe, é engano.

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O senhor sofre de epilépsia? Não. Desculpe, foi engano.

Não, neste blog não vão encontrar analogias engraçadas.

Compreendo perfeitamente que não tenham paciência para ler os nossos textos ou nem sequer nos achem piada, mas a qualidade do “humor” praticado neste blog é incomparavelmente maior à dos Batanetes na TVI…

Agora despeço-me de vocês, seus esquisitóides, que está na hora de dar o Prédio do Vasco.

Sabem o que é que era super reaccionário?

Buenos dias Matosinhos!

Eu e mais uma quantia de mortais (mais um ou dois) andamos a jogar Pokemon! E para além disso andamos. E não só! Também andamos a ponderar escrever reviews de vídeos variados, isto em solene escrita portuguesa – Sim! – nós queremos algo cuidado e prazenteiro à leitura! – Não! – Não queremos fazer insultos vãos que nada adiantam o processo de sapiência do nosso espantoso cérebro, portanto se não acham piada a esta ideia, ponham-se no caralho, prostitutos fêmeas! azarito Carlos António.

Outra coisa que me deu que pensar ainda à coisa de… *Trrch* Toma! Matei-te mosquito! … ainda à coisa de… Estavas a chatear-me e agora é bem feito!… bem, à coisa de uns dias foi…
( )esta frase fugiu dos parênteses
Olha os aviões lá atrás!
Sss… Posso? Ah bom. Vou recomeçar: Outra coisa que me deu que pensar ainda à coisa de… *Trrch* Toma! Matei-te mosquito! … ainda à coisa de… Estavas a chatear-me e agora é bem feito!… bem, à coisa de uns dias foi…

NÃO CACETE!!! EU NÃO DEIXEI A PORTA ABERTA! NÃO FUI EU!!! O GATO FUGIU E A CULPA É MINHA? NÃO FUI EU, JÁ TE DISSE! AGORA VAIS BUSCAR O GATO AO QUINTAL DO VIZINHO!

Assim não dá.

De novo e sem interrupções. Outra coisa que me deu que pensar ainda à coisa de dias – e a propósito da visita papal à nossa pátria (PÊ, ÉNE, ÉRRE! *Saudação Romana*) – foram os vários pedidos dos crentes a Fátima, a Deus, ao próprio Papa, bem não interessa a quem e espero que os vossos desejos tenham sido realizados, mas eu quero salientar os pedidos monetários. É verdade, precisamos todos de dinheiro, mas não é a pedir que vamos lá! Reparem, o dinheiro é algo sintético, aquilo nem vem da Natureza, tem de ser o Homem a fabricar (moedas e notas).
Há gente que faz a dança da chuva ou a dança da alface para pedir ou chuvas ou boas colheitas, respectivamente.
No santuário e um pouco por todo o mundo à excepção certos núcleos demográficos na Sibéria, a plebe ajoelha-se ou chora e pede por MONEEEEYZZZZZ CASHHHHHZZZZ FREEEE HOEZZZZ CLICK TEH LINKEH 2 WATCHHZZ SOME DIRRYLIWL WHOEZZZ OLL NAKEDDDZ! Super catita.
Isto não faz grande sentido, a não ser que hajam na realidade fontes credíveis de tais aumentos súbitos de capitais, como por exemplo um prémio do Euromilhões ou um tio muito afastado que nunca teve filhos e que a sua mulher já há muito que tem na parte de trás da correspondência a opção “falecido/a” com uma cruzinha, mas que possuía uma descomunal quantidade de guita e infelizmente foi ter com a sua mulher. – Estamos ricos! – A Sério? Como? Como? – O tio morreu e deixou-nos a sua fortuna! – Tio? Qual tio? – Não sei, só sei que estamos ricos!

Outra coisa que eu descobri.

A Miley Cyrus e a Hannah Montana são uma e a mesma pessoa.

Ah! E Hannah ao contrário é hannaH, quem diria…

Brock you, fockerz!

Tinha de ser…

Temo que já ultrapassamos as 40,000 views e então é caso para mudar de nome outra vez.

Desta sou: Vespázio, o róqueiro ;não me perguntem porque mudei, porque não faço a mínima ideia…

Bom chega de párlapié (é assim que se escreve não é?) e vamos ajustar umas coisas, ou melhor, dar a conhecer uma(s) certa(s) curiosidade(s) um conhecido (conhecidíssimo) nosso chamado André Graça.

Ora bem, como todos sabemos quando somos crianças brincamos, mexemos, metemos na boca, ect.. todo o tipo de coisas… (desde coisas próprias para brincar até á mais imunda coisa do mundo.)

O pequeno André Graça não fugia à excepcçao, comia areia, rebolava-se pela terra que ainda nem tinha tido tempo para se secar da chuva que acabara de lhe cair em cima (pela lama, pronto!), brincava com Ken’s, saltitava alegremente de poça nojenta a poça javarda, fazia pi-pi sentado; Resumindo: O que um “normal” menino de 3,4,5, até 6 anos faria no seu “perfeito juízo” (*tosse súbita*).

Hoje em dia, André Graça, já graúdo de tamanho, (agora dava para uma penis joke, prosseguindo, prosseguindo!) mudou o seu antigo lifestyle, mudou de hábitos, vá, como seria esperado com o andar do tempo: a sua massa encefálica dimi.. aumentou! e notou que comer areia com 16 anos era um pouco incoerente… E então:

Trocou a areia por cócó.

Isto não é um heterónimo… Sou eu com outro nome e outra mentalidade…

Camaradas!

Osório, nome…

Osório, poder…

Osório, estupidez tremenda, estupidez essa somente comparável ao rouco rugir do gigante vulcão Krakatoa: pedra inquebrável, lava ardente que corrói a rija terra negra e fende rios laranja quente fustigando sem cessar qualquer adversário que se imponha à sua retaguarda ou à frente, morte! devastação completa das proximidades, nuvem cinzenta, lápili! e 2 pastilhas gorila de banana…

Eu Osório, venho pedir as mais sinceras desculpas pelo atrasado do Vespaz, que insiste em não escrevinhar neste blog de bom nome… fdp…

À largos anos, nem tantos, desde a abrupta ascenção do hip-hop na nossa nação, mais e mais adeptos têm aderido a esse (não tão novo) estilo músical. Agora pergunta quem ler isto: Porque é que este parvalhão começou o post falando de um heterónimo e agora está a falar do hip-hop? Ao que eu refuto com inocência: não sei. Continuando. O hip-hop surgiu nos EUA (onde haveria de ser?) pela decada de 60 e foi levado para todas as partes do mundo, incluíndo para Portugal. No nosso pequeno país, este foi introduzido à cerca de 25 anos (só tendo adquirido mais importância nestes últimos anos), no entanto, actualmente existem mc‘s, como se auto-titulam, DJ‘s, B-Boys e writers aos pontapés.

Neste caso falarei apenas dos famosos mc‘s da actualidade que na minha opinião estes precisam é duns “puxões de orelhas”. Começo a minha oratória com dois problemas, não! Dois bichos de 7 cabeças que atormentam incansavelmente esta geração de mc‘s demasiadamente patriotas: O uso do inglês por cantores/as portugueses e a representação do hip-hop comercial proveniente dos EUA pelos seus “colegas de equipa”.

Ok, vamos esclarecer conceitos: Existem dois tipos primários de hip-hop: o comercial e o de rua. O comercial é aquele que tem em vista o marketing, vá, angariar fundos. Enquanto o de rua, o “puro” é o das origens, sem aparentes fins lucrativos…
Não só neste estílo se fazem estes tipos de diferenças: no rock, metal, ect… também se faz (Apesar de nestes casos não se contrastar tanto o “ódio” entre a consumista e o “puro”), temos o mais claro exemplo da MTV, que suga o potencial lucrativo de qualquer música até ao tutano. A sociedade consumista agradece…

Voltando ao que originalmente me trouxe a escrever este post. Falar-vos-ei do rapper/ mc mais conhecido da actualidade (português): Sam the kid. Este declara claramente no seu videoclip da “já cansa” Poetas de Karaóke, que portugueses (cantores) que cantam em inglês deviam morrer de febre tifóide e de seguida padecerem de uma paragem cardíaca e que consumir música dita de “consumista” é um grande erro também punível com febre tifóide, gonorreia e tosse.

Ponto de situação: Esse videoclip passa na MTV com vista a fazer o belo do dinheiro para rapper STK, que pelas suas palavras não gosta muito dela (MTV), contúdo foi uma bela jogada de “vira-casacas”, e que só por si influência o público alvo (jovens) a idolatrarem o Sam e a seguirem à regra a sua rétorica rimante. Na música atrás referida, Sam critica os Moonspell por cantarem em inglês, pessoalmente acho mal até porque, mesmo cantando inglês os Moonspell espalham o nome de Portugal pelo estrangeiro assim como no caso dos Sepultura (do Brasil) e o dinheiro ganho por eles no estrangeiro vai (indirectamente) para Portugal (não estou a falar dos Sepultura claro). Outra coisa, bandas portuguesas por mais que queiram cantar em português, muitas editoras não permitem e esta é a triste verdade, sem editora não há dinheiro e quem paga os instrumentos músicais e outras coisas? Quem dá publicidade ao produto?

Enfim…

O melhor para todos é cada macaco no seu galho, cada um fazer a sua, da maneira e estílo que queriam para entreter o pessoal. Com isto, aproveito para dizer que o hip-hop inicialmente foi “feito” para trocar as batalhas entre gangs por batalhas de breakdance e danças do género, aqui está uma boa aplicação dum género músical.

Isto requer é paz!

(Tinha mais tantas coisas para escrever mas o post já está demasiadamente grande… 😦 )

Farewell comerades! Osório, tha yo!